sábado, 27 de outubro de 2012

Vá com Deus, ou não.

(não sei como, mas esse texto tinha sumido daqui o.O)



Entrei no MSN e “COMO ASSIM A HEBE CAMARGO MORREU?”.
Toda vez que eu vou começar um Blog, um Tumblr, um Facebook fake, etc, alguma pessoa muito famosa morre. Será que é a maldição da “desconhecida da internet”? Não! É só uma coincidência mesmo, triste na maioria das vezes. Como quando comecei esse Blog bem no dia em que o Sócrates havia morrido. No caso da morte do Sócrates, foi coincidência e mancada. Mas hoje, foi só a Hebe…
 Segue anexo:
~Uma nota de falecimento e todas as aventuras que não acontecerão no meu final de semana~
O lance é que como agora que eu to sem Facebook, vou perder um sem fim de chororô dos mela cueca que adoravam a rainha do laquê, ao mesmo tempo que também vou perder a criatividade MIL das piadinhas mórbidas que estariam pipocando, talvez agorinha mesmo na minha tela. Muito provavelmente, também não verei televisão esse final de semana, o que significa que não terei a honra de assistir algum apresentador mongol dizer que o Brasil acaba de perder “uma das figuras mais importante da história da televisão brasileira e blábláblá”, entre outras coisas do tipo.
Todavia, entretanto, portanto e porém: Não se engane! Por mais que meu comentário pareça hostil, eu só queria mesmo era deixar registrada aqui minha homenagem. Acontece que eu tentei me lembrar de algum poema ou um texto qualquer que expressasse o papel da louca dos selinhos na sociedade enquanto comunicadora, e, não rolou. Maaaans, depois de pouco pensar eu cheguei a conclusão  de que o melhor seria ~soar breve e ao mesmo tempo catedrática~Cogitei até usar alguma frase marcante da grande amiga da Hebe e também finada, Dercy Gonlçaves. Porque né, a rigor mortis das duas pode até não ser parecido, mas aqui nessa minha cabecinha doente, uma atmosfera fúnebre sempre envolveu as duas igualmente. A vida inteira eu meio que já esperava por isso… Sei lá, desde que me lembro sempre achei que essas duas já tinham quase um pé e meio nas suas respectivas covas. Pra deixar de ser redundante e voltando a frase da Dercy, sinto dizer que não me lembrei de nenhuma além de “vai pra puta que pariu!”.
Enfim, só porque eu sou V1DA L0KA, consegui me lembrar dessa música do Face Da Morte, que tem até rima pra ficar uma ~homenagem linda~ Vê aí:                                   
“Com seus rostos maquiados, sorrisos forçados,
programas ao vivo ou gravados, eles são os serviçais do poder,
fazem um jogo sujo e esbanjam você.
Qual o significado? Sasha e seu quarto de 130 metros quadrados…
Hebe Camargo perguntava em seu programa:
 Por que todo pobre tem calcanhar rachado? ”
Aqui vai a resposta…
Por outro lado, o que importa é o cascalho!
1 milhão de reais por mês de salário.
O que você recebe por ano, eles faturam por hora.
Eles são os ricos que o meu povo adora! “

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Cara Sapatos Esfarrapados


"Apoiei a revista no balcão e apaguei a dedicatória para a Princesa Maia. Em seu lugar, escrevi:


Cara Sapatos Esfarrapados:

Pode não saber disso, mas na noite passada você insultou o autor desta história. Sabe ler? Se souber, invista quinze minutos do seu tempo e deleite-se com uma obra-prima. E da próxima vez seja cuidadosa. Nem todo mundo que vem a este antro é um vagabundo.

Arturo Bandini"

Pergunte ao pó - John Fante

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Pessoas são incríveis 01#


Se eu tivesse um analista, eu ia exigir, EXIGIR em capslock, que tivéssemos uma sessão especial em que eu pudesse falar o tempo todo e sem parar, de outras pessoas. Porque eu adoro falar sobre outras pessoas, assim ADORO em capslock também. Mas não fofoca. Não é contar o que fulano fez com sicrano ou falar mal até mesmo dos conhecidos, até mesmo dos chegados em uma mesa de bar. Se bem que, algumas pessoas merecem muito ter as orelhas em fogo enquanto a gente se diverte discutindo os factoides reais de suas vidinhas tão desimportantes pra nós, e ao mesmo tão divertidas no contexto de uma conversa fiada de boteco. Mas não é isso. 
Algumas personalidades merecem uma profunda analise. Tenho no meu círculo social - tanto fora como dentro da internet - amizades, ou meros contatos, que eu passaria horas falando sobre como eu acho essas pessoas incríveis. Pessoas incrivelmente legais, inteligentes, divertidas, bonitas, guerreiras, únicas. Mas, em contrapartida, mesmo que em número menor, existem alguns opostos igualmente incríveis nesse circuluzinho a minha volta. Pessoas incrivelmente malas, chatas, pedantes, enjoativas, e de plástico. Pessoas que acredito serem igualmente merecedoras de uma analise pessoal profunda. Quer dizer, seria burrice gastar com um analista pra discutir o id ego e superego dos outros. Mas sei lá, pessoas são ~soluções e problemas ~também, né não Freud?
01#
Recentemente fiz uma nova amiga na internet.  E também recentemente, ela passou por um perrengue amoroso aí. Um perrengue que serviu ao menos PRA MIM, pra conhecer um pouco da personalidade dessa mulher  incrivelmente corajosa! Talvez nossas opiniões não batam algumas vezes, mas pra falar a verdade na minha vida pouca coisa bate, até porque eu dou poucas vezes a minha cara pra bater, ao contrário dela. A danada ta lá, virando as grandes bochechas rosadas pra vida o tempo todo e dizendo “isso é o melhor que você pode fazer? bate mais forte, vadia!” E sério, eu realmente admiro isso. Não ter medo de falar, não ter medo de escrever, não ter medo de errar, de viver. 
Mas eu, eu não tenho medo de rimar. 

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Disse o primo de Holden Caufield:

“Ontem à noite choveu muito, mas não o suficiente. Ontem à noite choveu mas não me surpreendeu, não me surpreendeu mesmo. O estranho. na verdade, é não ter transbordado tudo. Foi isso que me surpreendeu.
Vou ter que me acostumar...
...Ou o que resta de mim. Resta o básico, suponho: a moldura, a matriz, os freios. O que mudou, o que perdi fora a catraca, a corrente, o guidom. Consegui substituí-los por peças novas, mais fortes, mais confiáveis, mas não é a mesma coisa. Não poderia ser, suponho. Quando a gente aposta alto, se mete em caminhos difíceis, não transitados, não pode esperar sair dali sem tropeços. Fica a estrutura, claro, mas mudam as peças. E não é a mesma coisa porque, no fim, a gente sempre presta atenção nos detalhes. Os detalhes são o que conta.”

 Baixo Astral  - Albert Fuguet

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Nem o Pasquale explica.


Esforço-me ao máximo em usar eufemismos, mas nem isso consegue evitar que meus sentimentos acabem se tornando hipérboles sem sentido!
Cansei de recorrer a metáforas para a vida, afinal, tudo que eu digo acaba consistindo em uma antítese mal explicada.
E virão me dizer que só disponho de pleonasmos viciosos...
Mas e você, que não passa de um objeto das minhas indiretas!

Um sujeito qualquer...